Técnicas narrativas III – Robin Laws of Good Game Mastering

A resenha desta semana é o Robin Laws of Good Game Mastering, escrito pelo autor homônimo, trazendo dicas e sugestões para narradores e até game designers que

Tokusatsu para Savage Worlds (Savage-Satsu)

Olá galera, hoje na Coluna Pontos de Ignição, dando um descanso no cenário, trago a vocês hoje uma adaptação para Savage Worlds de um dos temas que estouraram nos anos 80 e 90 no Brasil — e vou apresentar de forma resumida a história desse estilo de show live-action japonês e umas regras rápidas para começar a jogar com seus amigos.

[ainda sobre] O que é Indie?

Nas últimas semanas esta questão tem voltado à tona em determinados grupos virtuais e físicos de RPG em que participo. E a comunidade rpgística continua a não tem uma noção básica, muito menos consensual, do que seja o termo — esse debate eu fiz no antigo blog do Mundos Colidem em janeiro de 2016 e agora o retomo mediante as conversas observadas.

Chilli Beans no Oeste Estranho

Olá, viajante, seja bem vindo à Taverna no Fim do Multiverso. Eu sou Gilgan, seu anfitrião, e espero que tudo aqui esteja a seu gosto. O meu chapéu novo lhe agrada? Ah, obrigado! Claro, como tudo e todos em meu humilde estabelecimento, este chapéu também tem uma história, que compartilho agora com você.

Vampiros para D&D 5.0

Olá,

E chegamos a mais uma semana Yin e a mais um capítulo da coluna Lugar Nenhum! É, eu sei… Está novamente atrasado. Estou pensando com meus botões e linhas se não seria melhor eu migrar logo pra terça e ser honesto intelectualmente comigo mesmo de que não conseguirei nas segundas. Na verdade, já teria tomado esta decisão se o motivo de atraso desta vez não fosse por algo “justo”: domingo ocorreu a 4ª edição do Calango Lúdico, o evento mensal de RPG que ocorre aqui em Natal e do qual faço parte da organização. Como foi um incidente excepcional, aguardarei mais duas postagens da coluna para saber se consigo mesmo postar periodicamente na segunda ou se vou descaradamente pra terça.

Terraplana 3: Arquétipos do cenário

Bom galera, espero que tenham gostado do que tenho descrito do cenário — se ainda não leu a ambientação do cenário e o conto de introdução, ainda está em tempo. Hoje venho até vocês um pouco atrasado, é verdade, mas foi para que melhorias fossem feitas. Os arquétipos serão apresentados de forma temática e como sei que vocês desejam desbravar o mundo lá fora, começarei pelos desbravadores: Os pilotos de Mecha e um exemplo de Mecha além dos Avataris (como são chamados os usuários de avatares no cenário) com um exemplo de avatar.

Mas antes de falar dos arquétipos, vejamos as peculiaridades sobre as regras do cenário.

Técnicas Narrativas II – The Lazy Dungeon Master

E estamos de volta para mais uma resenha sobre livros narrativos, seguindo nossa primeira postagem com uma visão geral e na última com Hamlet Hitpoints. E hoje, vamos tratar de um dos meus preferidos, o The Lazy Dungeon Master (ou, para facilitar, Lazy DM) – que em português poderia ser traduzido como o “O Mestre da Masmorra Preguiçoso”.

Ficha de Personagem para 13ª Era

Pra quem é fã de RPG de fantasia clássica com aquele algo a mais, aqui está ficha de personagem para a versão nacional do 13ª Era. Diferente da ficha original, esta tem duas páginas e espaço para vários detalhes do personagem: pode baixar aqui. Adaptada para o português a partir da ficha criada por Brian McGillivray, encontrada aqui.

Nova Amsterdã 1646: O Mythos chega ao Nordeste holandês

Saudações, Camaradas!

Venho essa semana dialogar com vocês sobre um novo projeto, e uma nova parceria. Primeiro vamos falar do projeto, que nasceu na necessidade de juntar dois temas que me são particularmente atrativos: o universo de Lovecraft e a história do Rio Grande do Norte, meu estado natal. Em meados de 2010 eu tinha dado início ao projeto Nova Amsterdã — uma crônica para Vampiro: Idade das Trevas, que gerou um romance dividido em onze capítulos, dos quais os cinco primeiros foram postados no blog original do Mundos Colidem. Espero futuramente compilar todo o material para publicar nesse novo espaço. Mas apesar da experiência ter produzido todo este material, ela não alcançou o resultado desejado, pois faltava algo. A boca ainda salivava.

Batatas Rústicas do Nono Mundo

Olá, caro viajante; seja muito bem-vindo à Taverna no Fim do Multiverso. Eu sou Gilgan, seu anfitrião. Espero que esteja sendo bem atendido. Posso lhe servir alguma coisa? Ah, quer o mesmo que aquele viking barbudo da mesa ao lado? Ótima escolha. É um dos pratos mais intrigantes da casa, que chamo de Batatas Rústicas do Nono Mundo. Por que leva este nome? Ah, que bom que perguntou.