Mouse Guard para D&D 5.0

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! Não sei se vocês observaram, mas a Estação das Brumas é a coluna que alterna comigo nas terças – ela é postada na semana yang e a minha é postada na semana yin. E assim como a minha coluna, o foco da Estação das Brumas é mais voltado para adaptações de materiais. Nas últimas postagens, o cenário de Mouse Guard foi adaptado para Crônicas RPG: A parte 1 abordou o cenário e as regras para personagens (clica aqui pra conferir); A parte 2 abordou os lugares e perigos do mundo dos pequeninos (clica aqui pra conferir); E, por fim, a parte 3 abordou um pouco da história, lendas e bestiário dos territórios protegidos pela Guarda (clica aqui pra conferir). Pra quem não conhece, Mouse Guard teve um dos seus arcos traduzido e publicado aqui no Brasil pela editora Devir com o título de “Pequenos Guardiões” – pode ainda ser encontrada à venda na internet, basta caprichar no Google-Fu e na garimpagem em site de vendas de usados.

Advogados de Regras

Embora esta não seja uma postagem típica do Encruzilhada dos Mundos, é útil para lembrar de uma figura conhecida nas mesas de RPG, o Advogado de Regras, que aqui vamos chamar carinhosamente de AdR. Ele pode não ser muito conhecido (pelo menos por este nome) para os novos jogadores e narradores, mas acreditem, ele existe e é mais comum do que se imagina.

Esta postagem foi originalmente feita no meu velho blog, onde nasceu o Mundos Colidem que vocês conhecem. Então não se assustem se parecer familiar.

O Senhor dos Anéis FAE – Habilidades Raciais

Os filhos dos Elfos que são os mais velhos; O Anão cavador das casas escuras; O Ent da terra, da idade dos montes; O Homem mortal senhor dos cavalos.

— Barbávore, As Duas Torres

 

Olá, Camaradas!

 

Nas últimas semanas temos utilizado esse espaço para dialogar com os iniciantes, em especial no artigo A Aventura vai Começar, que sugiro a leitura, por aqueles que desejam saber alguns métodos de como iniciar uma aventura. Mas nessa semana vamos voltar a falar sobre a adaptação para O Senhor dos Anéis para o Fate Acelerado a qual estou trabalhando desde o final de 2016, e que já tem duas partes publicadas aqui no Mundos Colidem: a primeira abordando as Regras de Corrupção; e a segunda, A Mágica Sutil da Terra Média.

Resenha do Weird Wars 2 (Guerras Estranhas) para Savage Worlds

Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos.
— Winston Churchill, Primeiro Ministro Britânico

 

Esta frase de Winton Churchill foi proferida em 10 de julho de 1940, ao fim da batalha na qual a Luftwaffe, comandada por Hermann Goering, tentava aniquilar a RAF – Força Aérea Britânica. Goering acreditava que conseguiria derrotar a RAF em quatro dias, para permitir a Operação Leão Marinho, que iniciaria a invasão da Inglaterra. Mas a batalha durou três meses, terminando milagrosamente com a retirada dos aviões alemães do cenário.

Mouse Guard para Crônicas RPG (Parte 3)

Olá Galerinha!

 

Nossa viagem pelo mundo dos camundongos está chegando ao fim, mas antes de nos despedirmos, visitaremos e nos aprofundaremos em alguns pontos importantes na história deste cenário. “Aceita uma água, senhor? Hmmmm… Pelos sete ‘outros mundos’! Todos subam as janelas e se protejam porque aquela ali não é a Edwiges!” Comparação Infame.

Evite frustrações: tipos de aventuras

Saudações, aventureiros.

Recorrentemente leio na internet relatos de como alguns mestres e jogadores se frustram quando jogam determinados tipos de aventuras, sendo que os mestres costumam ficar frustrados, principalmente, quando os jogadores não seguem o que ele havia planejado para uma aventura, destruindo o potencial de uma campanha ou deixando todo o seu material preparado inutilizado, apenas porque não entraram em uma taverna.

Quer saber como eu deixei de me frustrar, sem ter que parar de jogar? Continue lendo.

Resenha: Ryuutama

Olá pessoas!
Em minha primeira postagem aqui no Mundos Colidem, eu falei sobre o único e cativante Golden Sky Stories. Hoje trarei aos senhores o que eu pude absorver da leitura de outro RPG japonês e que foi lançado através do Kickstart pelo Kotodama, o mesmo pessoal que trouxe o já mais conhecido Tenra Bansho Zero (este infelizmente ainda não pude ler). Estou falando de Ryuutama, um RPG de fantasia natural único e que merece a atenção e leitura de todos.

Como Treinar seu Sistema II: Entre Testes e Resultados

Olá,

 

Saudações, 2d8 leitores! No capítulo anterior do Lugar Nenhum eu trouxe o primeiro artigo da série Como Treinar Seu Dragão Sistema. Publicada originalmente no site Toca do Hutt, esta série tinha como objetivo auxiliar na adaptação de regras e conceitos de um sistema para o outro – principalmente sistemas indies que possuem mecânicas mais focadas e que podem ser bem adaptadas pra sistemas mais mainstream. Como no capítulo anterior, antes de prosseguir, vou falar sobre algumas definições que são importantes para a compreensão deste artigo – e caso você já tenha lido no capítulo anterior, pode pular os dois próximos parágrafos.

Hikikomori – Tradução

No nosso último encontro, exploramos um pouco do jogo Hikikomori, de Ewen Cluney. Nesse segundo post, ao invés de escrever como foi o meu jogo solo, ou minha “aventura de uma semana” com um personagem hikikomori, decidi arriscar uma tradução do jogo, gentilmente incentivada pelo autor. 

Sessão UM

A Sessão ZERO é onde definimos o estilo de jogo que o grupo quer jogar, as regras que vamos seguir (o contrato social), expomos nossas expectativas em relação à história a ser contada e criamos os personagens.

A Sessão UM precisa ser, de certa forma, mágica. Sendo ela o primeiro contato real com o jogo, ela precisa chegar ao fim tendo despertado nos jogadores a vontade de voltar a jogar, de desenvolver a história e seus personagens.

E como é possível criar essa mágica para a primeira sessão? Vou compartilhar logo abaixo algumas técnicas que venho utilizando e que tem gerados bons frutos.