Vale da Glória: Microcenário para Savage Worlds

Olá, Galerinha!

Sejam bem vindos à Estação das Brumas. Em nosso último encontro, eu trouxe para vocês o conceito de panteão que venho usando em minha campanha para Savage Worlds. Desta vez, apresento uma região que fiz para a campanha e que vocês podem usar em qualquer cenário. E claro, com qualquer sistema de regras.

Para ficar de fácil entendimento, segui o modelo de apresentação visto nos livros de Dungeons & Dragons.

Sejam bem vindos ao Vale da Glória!

A Ferro e Fogo: Shenlong RPG (Primeira Parte)

Olá,

Feliz Ano Novo, 2d8 leitores! Eu sou o Leishmaniose e neste primeiro capítulo do Lugar Nenhum de 2019, estarei apresentando um capítulo da série A Ferro e Fogo, trazendo a primeira parte de um hack para jogos do gênero Wuxia para a 5E, a engine do D&D 5ª edição: o Shenlong RPG!

Índice do Shenlong RPG:

Parte I: Prelúdio, Código Social, Proposta, Ritmo, Horizonte, Alinhamento e Interlúdio.

Parte II: Conceito, Antecedentes, Distinções, Atributos e Raças.

Parte III: Classes.

Parte IV: Habilidades.

Parte V: Equipamentos.

Parte VI: Relíquias.

Construindo Personagens e Cenários em Crianças Enxeridas

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Retornamos a esta caixa de ideias em sua primeira aparição deste ano, da forma como terminamos o ano passado: falando sobre jogos autorais do Mundos Colidem. E já que o papo é sobre as nossas produções, vamos logo trazendo notícias sobre um dos jogos mais esperados deste coletivo, sim, senhoritas, senhoras e senhores, estamos falando do Nova Amsterdã (NA), um cenário que traz o mythos de Lovecraft para o Nordeste brasileiro durante a dominação holandesa, usando o sistema do Fate Acelerado.

E se você ainda não sabe o que é o Nova Amsterdã e ficou curioso com a sua proposta, este é o momento para aprender mais sobre ele.

Vamos às atualizações do NA: o texto está concluído e revisado, assim como as ilustrações feitas pelas mãos do talentosíssimo Miguel Rude e de algumas ilustrações adicionais de Leander Moura (como o mapa de Nova Amsterdã) e do Daniel Júnior (O Observador). O livro encontra-se em processo final de diagramação, sob a batuta do renomado Dan Ramos, correndo o risco de ficar pronto antes deste texto chegar ao conhecimento de vocês (calma, nós vamos dar uma segurada para ele só vir depois). Assim que o arquivo digital estiver concluído e passar pela avaliação final da equipe, ele será disponibilizado nas lojas virtuais do MC.

Mas enquanto isso não acontece, vamos falando de outros jogos autorais do coletivo — e nessa postagem, vamos conversar sobre Crianças Enxeridas.

Um Panteão para Savage Worlds

Olá, Galerinha! Sejam bem vindos à Estação das Brumas. Mil desculpas pelo hiato prolongado, mas o tempo está bastante curto ultimamente devido às responsabilidades do dia a dia. Contudo, finalmente consegui um tempinho, então aproveitei o período de férias e pus a mão na massa.

Savage Worlds é um sistema bem versátil, apreciado há bastante tempo por mim e outros autores aqui do Mundos Colidem. Comecei a jogá-lo desde o lançamento da primeira edição pela Retropunk Editora. É um sistema genérico que possui muito material e com vários suplementos, com bastante material publicado pela editora e produzido por fãs.

Há um tempo atrás eu comecei a narrar uma campanha de fantasia medieval e após consultar o suplemento de fantasia, percebi que é possível criar um panteão de forma bem simples para o jogo. Porém, senti falta de alguns elementos norteadores como os vistos em outros RPGs de fantasia medieval. O nosso encontro de hoje tem como proposta apresentar um panteão que utilizo em minha campanha, para mostrar como é fácil construir o seu próprio panteão.

Minijogo – Crianças Enxeridas

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio desta semana da Caixa do Lima, vamos conversar sobre velhas paixões, motivadas por novas paixões. A velha paixão é o desejo de produzir jogos para crianças, os leitores mais assíduos desta coluna sabem que eu jogo RPG com minha filhota Marianna (a Nega), ela mesmo que aparece nos exemplos de sessões dos jogos de minha autoria. Eu e a Nega, temos uma campanha de Hora da Aventura RPG, resenhando no Mundos Colidem por Helim do Nippon (clique aqui), futuramente pretendo trazer mais informações sobre as estratégias narrativas utilizadas nesta campanha, onde alguns elementos simples no processo de ensino e aprendizagem para ajudar na alfabetização da filhota.

Consciência Negra, Representatividade e Literatura Africana (Afrofuturismo)

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio desta semana da Caixa do Lima, gostaria de fazer algumas pequenas reflexões sobre o Dia Nacional da Consciência Negra, Representatividade e Literatura Africana, em especial o Afrofuturismo, um gênero literário que na medida que ganha mais espaço na mídia literária, vai ganhando fãs por todo o mundo. Em especial aqui no Brasil, onde vemos muitas coisas boas sendo produzidas por negros e negras, utilizando como base a nossa cultura, que mesmo no século XXI ainda sofre com os projetos de invisibilidade.

Chronicles of Darkness Day – Pugmire

Salve, salve aventureiros! Aqui é o Joka da Espaço Mítico e nesta semana apresento a vocês a aventura one shot utilizada no “Capítulo Natal” para o evento nacional “Chronicles of Darkness Day” organizado pelo Cronistas das Treva e com apoio local do Mundos Colidem! Servindo não apenas para apresentar o jogo para novatos, como pode ser um excelente ponta pé inicial para mestres (ou Guias) que queiram começar uma campanha de Pugmire.

A Ferro e Fogo: Fate Quest

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! Eu sou o Leishmaniose e no capítulo do Lugar Nenhum desta semana, estarei trazendo um capítulo da série A Ferro e Fogo, trazendo um hack de Fantasia Medieval para o sistema do Fate: o Fate Quest!

Viajar é preciso? Regras simples para viagens

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio desta semana da Caixa do Lima, este espaço quinzenal de diálogos sobre as mais variadas questões relativas à prática do RPG (jogos autorais, sugestões de regras, resenhas, uso do RPG na educação e afins), vamos falar sobre as viagens nos jogos. Estamos falando das viagens que os grupos fazem de uma cidade para outra, ou até enfrentando grandes distâncias e cruzando continentes em busca de aventuras. A palavra viagem, segundo o Dicionário Aurélio (7ª edição, pág. 815) significa “ato de ir de um a outro lugar mais ou menos afastado. Na grande maioria dos jogos de RPG, os grupos de jogadores fazem longas e variadas viagens, para resolver as demandas da estória na qual eles estão envolvidos. E é justamente nas viagens, que vários problemas podem acontecer.

Sobre Morte e Heróis

Olá leitores e leitoras!

Não gosto de apresentações muito longas, então tentarei manter isso breve. Meu nome é Joris e esta é minha postagem de estréia na Taverna no Fim do Multiverso. Feitas as apresentações, vamos começar a falar sobre o assunto desta coluna. Você já parou pra pensar em o que significa ser um herói?