Consciência Negra, Representatividade e Literatura Africana (Afrofuturismo)

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio desta semana da Caixa do Lima, gostaria de fazer algumas pequenas reflexões sobre o Dia Nacional da Consciência Negra, Representatividade e Literatura Africana, em especial o Afrofuturismo, um gênero literário que na medida que ganha mais espaço na mídia literária, vai ganhando fãs por todo o mundo. Em especial aqui no Brasil, onde vemos muitas coisas boas sendo produzidas por negros e negras, utilizando como base a nossa cultura, que mesmo no século XXI ainda sofre com os projetos de invisibilidade.

Chronicles of Darkness Day – Pugmire

Salve, salve aventureiros! Aqui é o Joka da Espaço Mítico e nesta semana apresento a vocês a aventura one shot utilizada no “Capítulo Natal” para o evento nacional “Chronicles of Darkness Day” organizado pelo Cronistas das Treva e com apoio local do Mundos Colidem! Servindo não apenas para apresentar o jogo para novatos, como pode ser um excelente ponta pé inicial para mestres (ou Guias) que queiram começar uma campanha de Pugmire.

A Ferro e Fogo: Fate Quest

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! Eu sou o Leishmaniose e no capítulo do Lugar Nenhum desta semana, estarei trazendo um capítulo da série A Ferro e Fogo, trazendo um hack de Fantasia Medieval para o sistema do Fate: o Fate Quest!

Viajar é preciso? Regras simples para viagens

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio desta semana da Caixa do Lima, este espaço quinzenal de diálogos sobre as mais variadas questões relativas à prática do RPG (jogos autorais, sugestões de regras, resenhas, uso do RPG na educação e afins), vamos falar sobre as viagens nos jogos. Estamos falando das viagens que os grupos fazem de uma cidade para outra, ou até enfrentando grandes distâncias e cruzando continentes em busca de aventuras. A palavra viagem, segundo o Dicionário Aurélio (7ª edição, pág. 815) significa “ato de ir de um a outro lugar mais ou menos afastado. Na grande maioria dos jogos de RPG, os grupos de jogadores fazem longas e variadas viagens, para resolver as demandas da estória na qual eles estão envolvidos. E é justamente nas viagens, que vários problemas podem acontecer.

Sobre Morte e Heróis

Olá leitores e leitoras!

Não gosto de apresentações muito longas, então tentarei manter isso breve. Meu nome é Joris e esta é minha postagem de estréia na Taverna no Fim do Multiverso. Feitas as apresentações, vamos começar a falar sobre o assunto desta coluna. Você já parou pra pensar em o que significa ser um herói?

Brigada Ligeira Estelar para Fate

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! Eu sou o Leishmaniose e no capítulo do Lugar Nenhum desta semana trarei uma adaptação do cenário de Brigada Ligeira Estelar para o Fate — sim, o Fate, que tem uma licença Creative Commons, muito mais amigável que algumas licenças escrotas, como aquela do Cortex Prime (clique aqui se quiser saber mais sobre como funcionam as licenças de sistemas de RPG).

Usando Grid de Combate divididos por Zonas

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio desta semana na Caixa do Lima, vamos apresentar uma sugestão de grid para os combates em suas mesas de RPG, independentemente do estilo do sistema que vocês estejam jogando, seja ele gamista, narrativista ou simulacionista — em relação esse último, eu sei que que foi exagero, essa galera gosta é das distâncias milimetradas — mas aproveitando a brincadeira, gostaria de frisar que essa postagem é uma sugestão. Não estou dizendo que esse é o melhor jeito de conduzir os seus combates, apenas um método que uso em minhas mesas.

Naruto para D&D 5E – Jutsus Rank E

Olá,

Saudações, 2d8 leitores! Eu sou o Leishmaniose e no capítulo do Lugar Nenhum desta semana, na parceria com a Santuário do Mestre, darei continuidade à adaptação do cenário de Naruto para a 5E, a engine do D&D 5ª edição, trazendo os Jutsus de Rank E.

Naruto 5E: O Mundo de Naruto | Características | Habilidades | Clãs | Jutsus (Rank E)

Medievo RPG: Fantasia Medieval na Baixa Idade Média para Fate/FAE

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Essa semana na Caixa do Lima, vamos voltar a falar sobre o Fate, aproveitando o ensejo da postagem do Joka na Coluna Espaço Mítico, onde ele veste seu manto de caçador de mitos, munido de sua lupa e alguns dados fate e desmistifica a lenda urbana de que o Fate Básico e o Fate Acelerado são dois sistemas diferentes.

Usando de muitas citações do Fred Hicks, um dos co-criadores do Fate, ele garante que o Fate Acelerado é uma condensação do Fate Básico, apresentado uma ou duas maneiras diferentes de se jogar, mas é o mesmo jogo. Apesar de algumas pessoas ainda acreditarem que possam ser dois jogos diferentes, o Hicks deixa bem claro que não.

Ainda escutamos algumas argumentações sobre o assunto, reinterpretando as palavras do Hicks e justificando que são dois sistemas completamente diferentes, mas em tempos quando que as argumentações assumem níveis bem complexos, e solicitam rolagens de sanidade,  tais como as que temos observado nas últimas semanas, “Os alemães não entende de nazismo”, “Fukuyama é comunista”, “Roger Waters não entende a letra de Another Brick in the Wall” e com todo esse contexto, podemos ter um… “Fred Hicks não entende de FATE” nos comentários.

Então, com base na postagem do meu companheiro Jokinha, compartilho com vocês uma adaptação do Medievo RPG, que foi a minha primeira experiência como game designer para Fate Básico e Fate Acelerado.

Lankhmar: Cidade dos Ladrões [Savage Worlds]

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Esta semana na Caixa do Lima, vamos falar sobre o último lançamento para Savage Worlds no Brasil, o Lankhmar: Cidade dos Ladrões, que foi financiado com sobras aqui nas terras tupiniquins, e se não no mesmo, mas quase ao tempo da versão em inglês. O Savage Worlds (SW), é um sistema genérico desenvolvido por Shane Lancy Hensley, conhecido por ser simples, rápido e selvagem e já está na sua segunda edição, com boatos confirmados de que um terceira edição se encaminha, acompanhada de uma versão SW de Flash Gordon.

Esse sistema tem se tornado o meu favorito para a diversão, com regras simples, cenários maravilhosamente bem construídos e um bom suporte da editora responsável aos amantes do sistema. Em postagens anteriores, abordei um pouco da minha experiência com o SW: África Século XXIII e Narrando Weird Wars II.