Exemplo de jogo: Gaia Playtest

Olá, pessoal! Sejam bem vindos a Espaço Mítico desta semana. Eu sou o Joka, e trago para vocês a continuação dos relatos da experiência do Playtest do Gaia RPG. Nosso foco hoje é apresentar um exemplo de jogo do Gaia para que vocês possam entender como as regras do sistema funcionam na prática enquanto acompanham o desenrolar de uma parte de nossa última aventura.

Magias para Espada & Feitiçaria

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No último mês, estive ausente das postagens desta coluna, devido às quests da vida acadêmica — que necessitavam do meu tempo para a escrita de relatórios e artigos de conclusão de curso — mas agora com alguns leões vencidos, e outros amedrontados, espero retomar o ritmo de escrita deste espaço, que sempre foi uma das coisas a manter minha sanidade intacta.

Vilões, Equipamentos e Condições: Gaia Playtest

Sejam bem vindos 2d6 + bônus leitores! Eu sou o Joka, da Espaço Mítico. E hoje trago a continuação dos relatos da experiência do playtest do Gaia RPG. O foco do nosso relato é a Criação de Vilões; lidando com Equipamentos e como funciona o sistema de Condições 

Exploração e Combate: Gaia Playtest

 

Olá pessoal, eu sou o Joka e na coluna da Espaço Mítico desta semana darei continuidade ao relato do playtest fechado do Gaia RPG. Para quem não acompanhou a coluna nestes últimos dias, o Gaia RPG é uma produção autoral de Tio Lipe, que escreve na coluna Santuário do Mestre aqui no Mundos Colidem. A primeira parte do playtest vocês podem conferir na minha última postagem intitulada Criando cenário Colaborativo: Gaia Playtest e saber mais sobre o jogo e como está rolando a campanha.

Regras rápidas para Espada & Feitiçaria

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Nos últimos anos, a minha vivência com o RPG tomou caminhos bem diferentes dos que o garoto de 13 anos que jogou AD&D em meados de 1995 escolheu, especialmente quando comecei a usar o RPG como ferramenta pedagógica nas minhas aulas. Alguns anos de luta e experiência com o RPG na educação foram relatados no artigo É possível usar o RPG em Sala de Aula? Nesse meio tempo, junto com meus companheiros do Mundos Colidem, durante as nossas conversas online sobre game design, cenários e algumas coisitas mais eu me atrevi a enveredar na produção de jogos, tentando brincar com a arte do design de jogos.

Potiguares: um jogo minimalista sobre o cotidiano indígena

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio anterior da Caixa do Lima, apresentei um cenário com a temática Afro-futurismo que inscrevi no Concurso Alphaversos, o Afro Rangers, que se passa em um futuro pós apocalíptico, onde a sociedade Iorubana é a única remanescente de um conflito nuclear que ocorreu no século XXII.

Dando sequência às produções autorais, gostaria de apresentar aos meus fiéis leitores o Potiguares: os moradores do Rio Grande do Norte. Trata-se de um minijogo que desenvolvi para a utilizar nas aulas de cultura e tradições indígenas, com foco nos índios Potiguares que habitavam o litoral do estado do Rio Grande do Norte, no nordeste do Brasil.

Resenha sobre o Espadas e Punhais

Olá caros leitores je suis Necrolas do Pontos de Ignição, desculpem pelo hiato mas ,infelizmente fui tragado entre linhas do tempo e tive de lutar com entidades cósmicas chamada família para poder sair vivo e voltar a escrever para vocês 1Dx leitores. Volto esse ano com a corda toda e já apresento a vocês o rpg Espadas e Punhais criado pelo Álvaro Botelho do site Falando de RPG (o link do playtest mais novo e o anterior disponíveis estará no fim dessa matéria).

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Nova Amsterdã: O Conhecimento sobre os Mythos

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

No último episódio da Caixa do Lima, conversamos sobre a sequência da postagem a Aventura vai Começar (Parte 1 e Parte 2), que é uma série de artigos direcionada para os iniciantes — e porque não, para os curiosos e desejosos de outras alternativas — no Sistema Fate.

No episódio de hoje, vamos voltar a nossas atenções para Nova Amsterdã, um cenário para Fate Acelerado que estou desenvolvendo em parceria com Gilberto “Joka” Olímpio, e que foi abordado anteriormente em nossas respectivas colunas. Vamos a retrospectiva? Nova Amsterdã 1646: Os Mythos chegam ao nordeste holandês, Nova Amsterdã 1646: O estranho ocaso da vila do Bonfim e Folclore Brasileiro e Cthulhu: Nova Amsterdã. Essas postagens falaram um pouco da nossa ideia no cenário que está sendo produzido, então vale a pena dar uma conferida. E vou aproveitar o ensejo deste texto, para ao final explicar algumas modificações que foram feitas na proposta ao longo dos testes nos últimos meses.

A Ferro e Fogo – Cortex Shounen

Olá,

Feliz Ano Novo, 2d8 leitores! Em dose dupla! Porque além da passagem do ano ocorrida entre a última postagem de 2017 e esta, a primeira postagem de 2018, esta semana é a semana do Ano Novo Chinês! Dia 16 começa o ano do Cão de Terra, o 4716º ano do Calendário Chinês. E como é tradição aqui na coluna do Lugar Nenhum, em comemoração à chegada do ano do cachorro, este capítulo possuirá uma temática oriental, trazendo pra vocês um hack do Sistema Cortex para animes Shounen: O Cortex Shounen. 😀

É possível utilizar o RPG em sala de aula?

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Essa semana na Caixa do Lima (outrora Nomos), esta coluna onde vos falo quinzenalmente (pelo menos me esforço para tanto), venho dialogar com meus poucos e fiéis leitores sobre o uso do RPG na educação.

AVISO:

ESSE ARTIGO RELATA A MINHA EXPERIÊNCIA COM O USO DO RPG EM SALA DE AULA

Desde o meu ingresso na docência por volta do ano de 2007, até os tempos atuais — já são mais de dez anos em sala de aula, até eu me assustei quando fiz essa conta — uma pergunta sempre me perseguiu:

é possível utilizar o RPG em sala de aula?

E após muitos anos de experiências com o RPG em sala de aula, nem tudo são rosas, nem todos os experimentos são exitosos ao longo de um tortuoso caminho de persistência e resistência para chegar ao que consegui hoje — que ainda não é o modelo ideal, mas já mostra muitos avanços na minha pesquisa.