Best Left Buried – Resenha

Salve, salve ladrões de tumbas! Eu sou o Joka, responsável pela coluna Espaço mítico. E hoje apresento para vocês a resenha de um jogo trevoso, demais chamado Best Left Buried! Tragam sua pá e venham comigo explorar os recantos mais sinistros desta cripta.

Mas antes de adentrarmos nas ruínas e seus escuros e aterrorizantes corredores é importante trazer alguns avisos sobre as últimas novidades do coletivo Mundos Colidem:

  • Neste domingo (15/09), nós do Mundos Colidem estaremos realizando uma oficina em um importante evento de livros e quadrinhos de Natal/RN, conhecido como FLiQ, que está realizando sua 9ª edição. Se você vai estar em Natal em setembro, não deixe de vir conferir nossos minijogos e participar de one-shots do Nova Amsterdã!
  • E no dia da Independência, neste último sábado (07/09), Raphael Lima abriu uma Vakinha para financiar a diagramação e ilustrações para a nova edição expandida de um dos jogos de maior sucesso do selo Mundos Colidem, o Crianças Enxeridas! Você pode participar com qualquer quantia e receberá no processo, uma cópia em PDF do produto final. Para ajudar, acesse a nossa Vakinha.

Monarcas da Mentira

Olá leitoras e leitores!
Meu nome é Rosamante, e nesta postagem continuarei explorando os horrores cósmicos contidos no jogo de Mago: o Despertar. Em cumprimento à minha promessa da postagem anterior, falarei um pouco sobre um grupo que é capaz de me assustar muito mais que as Inverdades do Abismo.
Nesta coluna de hoje, eu irei conversar sobre a existência dos Exarcas e seus Profetas, além dos efeitos devastadores de suas atividades em nosso mundo.

Gantz para Savage Worlds: Parte 1

Olá galera, pretendo apresentar em duas partes; a primeira com as regras especificas da adaptação e a parte importante da história do mangá/anime; e a segunda com a criação de personagens e seus equipamentos. O material da história e descrição das armas foram retirados da Wikia em português aqui e da Wikia em inglês aqui caso deseje se aprofundar mais. Tentarei ao máximo evitar dar spoilers a vocês, então vamos lá.

A Campanha de Ravenloft

Olá,

 

O pessoal que me conhece, ou pelo menos acompanha as postagens do Lugar Nenhum há tempo suficiente, sabe do meu amor pelo cenário de Ravenloft (do qual falei um pouco aqui, no Guiamaniose de Cenários da TSR e da WotC). Ravenloft sempre me cativou por, em meio a tantos cenários de ação e aventura de D&D, evocar o tom de horror e a temática gótica em sua ambientação e aventuras. Posteriormente, esse estilo seria chamado de Dark Fantasy e se tornaria proeminente em outras mídias, como The Witcher, Dragon Age, Goblin Slayer e Berserker. E, apesar de haver combates e certamente algumas mortes sangrentas, o foco em Ravenloft sempre foi maior no horror, na sutileza mental, na reflexão do elemento humano, de suas ações e das consequências para ele e para o mundo. Porém, apesar de fascinante, o estilo de jogo evocado por Ravenloft nunca foi de fácil condução. É preciso um pouco de conhecimento sobre o gênero de horror e a temática gótica, principalmente os clássicos utilizados como inspiração para a criação do cenário, além, claro, da habilidade de narrativa para que o jogo tenha um tom próximo ao esperado de uma história gótica. Procurando orientar aos jogadores e mestres que queriam se aventurar nas sombrias terras das brumas, no livro de Ravenloft para D&D 3ª edição publicada pela Sword & Sorcery, uma filial de jogos fantasy da White Wolf, foram dedicadas algumas páginas abordando o assunto. E é justamente este trecho do livro, que ainda pode ser encontrado em sebos, que eu trago para vocês neste capítulo do Lugar Nenhum.