Analisando o atributo Carisma ou como pensar personagens expressivos em D&D 5ª edição

Sejam bem-vindos aventureiros e leitores para, finalmente, o quarto nível da Torre do Destino onde analisaremos o último atributo em Dungeons and Dragons 5ª edição, a Carisma, um antigo problema de D&D. Até então já mostrei minha visão sobre o Atributo de Inteligência, os Atributos físicos e a Sabedoria, os quais recomendo a leitura antes de seguirem adiante. Claramente, os atributos mentais geram um par de discussões mais interessantes sobre como eles refletem características mais sutis e intangíveis dos personagens.

Então, vamos à conclusão?

Analisando Sabedoria, ou como representar personagens instintivos em D&D 5ª edição

Caros leitores e aventureiros, na subida da nossa Torre do Destino, sejam bem-vindos ao terceiro e penúltimo nível sobre minha análise de atributos no D&D 5ª edição. Nesta nossa empreitada inicial já falei sobre meus pensamentos quanto ao atributo de Inteligência e quanto aos Atributos Físicos e suas relações. Seguirei para falar agora de cada um dos atributos mentais que faltam. Mais uma vez, aproveito para lembrar que essa é minha visão do sistema e com isso pretendo gerar um espaço para conversas e discussões sobre o tema. Quem sabe novas ideias de criação não surgem a partir disso?

Então… Vamos em frente?

Analisando atributos físicos ou como entender atributos multifuncionais

Caros leitores e aventureiros que seguem na subida da Torre do Destino, sejam bem-vindos ao segundo andar. Por aqui vou falar um pouco mais da minha visão sobre como o Dungeons and Dragons simula seus embates físicos, analisando os atributos físicos da 5ª edição. Seguirei na temática do D&D para mostrar melhor meu ponto de vista sobre sistemas de RPG e facilitar o entendimento quando eu for falar de outros jogos.

Começar entendendo o clássico para poder avançar.

Ehdrigohr – The Roleplaying Game

Nos últimos dias estive refletindo sobre propostas diferenciadas de RPG e depois que assisti Pantera Negra, a ideia ficou ainda mais viva em minha mente, daí me lembrei de um sistema/cenário muito interessante.

Entre Escrita, World RPG Fest e Garotas Mágicas

Olá,

Escrever é um exercício que exige prática. Sim, há a necessidade de saber colocar de forma clara as ideias amorfas que estão no pensamento, afinal a escrita é um ato de comunicação – mesmo que seja de você para com você mesmo – mas ela exige prática, hábito. É preciso estar habituado a sentar de frente pra tela do computador ou pra uma folha de papel e não se perder no vazio que ela apresenta. É preciso estar habituado a utilizar aquele vazio pra moldar em palavras as ideias que flutuam em sua mente. Obviamente há técnicas que auxiliam a escrever, como uma grande quantidade de leitura, saber a que público está se dirigindo, o domínio ortográfico do idioma, etc., mas se você não tiver o hábito, a prática, tais técnicas se perdem. É por isso que pra quem não vive da escrita, quem não paga as contas com o dinheiro que recebe por escrever, quem escreve de forma amadora ou por hobby, a prática, o hábito da escrita vem do prazer, do gosto por ela.

E, às vezes, eu esqueço disso. E por esquecer, acabo soterrado por questões e elementos que não têm importância por eu escrever por hobby, resultando até em sintomas similares ao de bloqueio do escritor. Pra minha sorte, sou abençoado com pessoas em minha vida que aqui e ali, mesmo sem saber que o fazem, me desenterram dessas coisas e eu acabo relembrando que escrevo porque gosto, não porque preciso fazer pra ganhar dinheiro pra conseguir pagar as contas do mês. E o agradecimento desta vez vai pra Nina Bichara, eterna colega do Toca do Hutt, que atualmente escreve pro Garotas Geeks e você pode encontrá-la em alguns streams de RPG, além de colaborando na Dragão Brasil e atuando como editora da Aster (que já iniciou seu mais recente financiamento coletivo, do Sombras Urbanas, que você pode encontrar aqui). Obrigado, Nina! E #FicaNina!

Ladinos & Adagas

Saudações, aventureiros.

Sou um garimpeiro de informações que me permitam mestrar e jogar melhor. Os romances, sejam eles diretamente ligados a cenários de RPG ou não, estão sempre cheios de cenas maravilhosas que algumas vezes tentamos emular em nossas mesas e uma delas, são as cenas velozes e furiosas de combates com adagas.

Neste artigo, mais voltado para o público iniciante, vou apresentar algumas escolhas que eu faria para ter um ladino, em Dungeons & Dragons 5E, focado no combate com adagas. Também apresento um levantamento estatístico sobre os danos causados com ataques normais, com ataque furtivo e acertos críticos para personagens de primeiro e quinto nível.