O Lago de Lágrimas

Um pequeno vilarejo de pescadores, entre um lugar e outro, num tempo qualquer, esquecido por quase todas as divindades. Um homem, um refugiado, se aproxima com suas duas filhas, todos famintos. Há poucas pessoas na pequena vila, que não guarda mais do que dez casebres. As poucas pessoas caminhando carregam expressões tristes e parecem estar mortas, apenas seus corpos animados. Ninguém muda de expressão ao ver os refugiados. O vilarejo fica às margens de um lago escuro, com a fama de presentear com muitos peixes aqueles que lançavam suas redes.

Com estes boatos, vieram os refugiados.