Brincando com Fate

Olá Camaradas!

O Nomos está voltado as suas postagens regulares, agora nas sextas, após esse breve recesso do Mundos Colidem. E o papo continua sendo o Fate. Em 2016, fui agraciado com o retorno às minhas aulas no nível Fundamental II, onde desde 2012, passei a utilizar o RPG como ferramenta metodológica em sala de aula.

Nas aulas de História (através de um projeto pedagógico que faz uso do RPG no ensino da disciplina), desenvolvi o RPG Medievo e em 2013, em uma parceria com o também professor Robson Carmo, passamos a desenvolver atividades com alunos do 4º e 5º ano do ensino Fundamental e acabamos desenvolvendo o cardgame A Guerra dos Bárbaros, um hack de O Hobbit, de Martin Wallace.

Mas qual o objetivo de desenvolver atividades com RPG na escola?

Dobradores para Savage Worlds

Olá galera, decidi dessa vez fazer um post rápido sobre os dobradores de forma simplificada — a intenção é incluir eles onde você desejar, não somente na ambientação da animação Avatar: a Lenda de Aang.

Basic Roleplaying Game (BRP)

No artigo de hoje vou falar um pouco sobre o Basic Roleplaying (BRP), um sistemas de regras criado em 1978 para RuneQuest. O sistema desenvolvido apresentava regras mais fáceis e intuitivas do que de outros RPGs que existiam na época, especialmente o D&D.

No Brasil, o sistema ficou conhecido pela ambientação de horror Call of Cthulhu, cuja sexta edição foi traduzida pela equipe da Terra Incógnita em 2014. O Sistema Daemon, do RPG Trevas (1997), utiliza um sistema de resolução muito parecida com o BRP, o que me faz acreditar que o autor tenha sido fortemente influenciado pelo BRP quando escreveu o seu sistema.

Neste primeiro artigo vou falar sobre um pouco do histórico do BRP, para em seguida falar sobre alguns títulos mais próximos de D&D, assim como alguns elementos que podem ser utilizados em D&D facilmente.

Guerra dos Bárbaros

Olá, sou o Lima, Raphael Lima.

O Nomos (que no futuro será Caixa do Lima) vem com uma postagem especial de fim de semana, para compartilhar com vocês um protótipo que encontrei em meios a tomos antigos, referente ao ano de 2014, em uma parceria com o amigo e professor Robson Carmo. O Guerra dos Bárbaros é um cardgame que usa um baralho comum com um hack das regras do maravilhoso cardgame O Hobbit, de Martim Wallace.

O tema escolhido para o jogo vem do contexto da Guerra dos Bárbaros, conflito que ocorreu em meados do século XVII, devido à expansão da ocupação portuguesa no Brasil. Entre vários conflitos, essa proposta se concentra naquele que ocorreu na capitania do Rio Grande, às margens do rio Assú.

GUERRA DOS BÁRBAROS – DOWNLOAD

Raças Sobrenaturais para D&D 5.0

Olá,

Feliz Ano Novo, meus caros 2d8 leitores! Como foram de reveillon? E como o ano novo se iniciou com vocês? Aqui no site do Mundos Colidem tivemos mudanças! Uma nova coluna surgiu, a Mecanismo Obscuro, sob a regência do fantástico Gabriel Lopes, que trará postagens tratando de RPGs indies, storygames e tudo que ele achar que está na penumbra de jogos de interpretação de papéis. E com esta mudança, o dia da coluna Lugar Nenhum passa a ser oficialmente na terça, acabando (supostamente) com aquela novela que vocês acompanharam ao longo do semestre passado. 😀 Mas não, este ano eu não estou mais organizado, o que isso quer dizer é que estou escrevendo esta postagem em plena madrugada da Terça. Mas vamos ao que interessa.

S/Lay w/Me: fantasia pulp e narrativa compartilhada (para dois)

Mecanismo Obscuro é a mais nova coluna do Mundos Colidem. Para mim é uma maneira não apenas de reencontrar velhos amigos, mas também de escrever e retomar ideias e experiências vividas no mundo dos jogos de ficção. Nesse espaço me proponho a tratar não apenas de jogos com mecânicas inusitadas e elementos pouco convencionais, mas também de refletir sobre conceitos, ideias e regras da casa.

Nessa primeira transmissão do Mecanismo Obscuro vou apresentar um dos meus jogos prediletos para duas pessoas.  O S/Lay w/Me alinha elementos modernos dos jogos de narrativa compartilhada, combinado a um roteiro e clima pulp da velha guarda. É também um jogo fantasmagórico, rápido e mortal. Que girem as engrenagens…

Star Trek Adventures RPG: mais uma nova geração

Há alguns meses a editora inglesa Modiphius anunciou que tinha adquirido os direitos para um novo RPG da franquia Star Trek — junto com o anúncio, veio o chamado para o playtest das regras, usando o 2d20, o mesmo sistema de regras de outros RPGs da editora, como Conan, Infinity, John Carter of Mars e (publicado aqui no Brasil) Mutant Year Zero. Segundo a editora, ele deve ser lançado ainda no primeiro trimestre de 2017.

Como velho e fiel fã de Star Trek, é claro que me inscrevi para participar e por algum motivo, acabei entre meio mundo de fãs ávidos de todo o mundo que receberam o material para realizar a primeira etapa de testes das regras, ainda no final de 2016.

Técnicas Narrativas IV – Play Unsafe

Começamos este ano de 2017 finalizando nossa série de artigos sobre livros de Técnicas narrativas, iniciado em Uma visão geral dos livros de técnicas narrativas. Nas últimas publicações, abordamos o  Hamlet Hit PointsThe Lazy Dungeon Master e por último o Robin Law’s of Good Game Mastering. E agora é a vez do Play Unsafe, escrito por Graham Walmsley.

Espécies de Mass Effect para Savage Worlds

Estamos de volta aos trabalhos no Pontos de Ignição! E desta vez, apresentamos as espécies de um dos jogos mais aclamados da BIOWARE: Mass Effect. Um TPS/RPG (tiro em terceira pessoa com elementos de RPG) cuja história gira em torno de uma raça alienígena — os Reapers — que dizima e assimila toda a vida nos planetas em seu caminho.

Vamos ao que interessa: as espécies são Asari, Batarian, Drell, Krogan, Quarian, Salarian, Turian e Volus.

Stormtalons: Palavras da Libertação

O ano de 2016, com seus altos e baixos, trouxe algumas boas novidades para o mercado editorial e um deles, ouso afirmar, foi a divulgação da publicação, em português, dos livros produzidos pela The Ed Greenwood Group. Até o momento, dois livros da TEGG foram lançado no Brasil, o Hellmaw (cuja resenha pode ser lida aqui) e o Palavras da Libertação, apresentando-nos a segunda ambientação, a fantasia épica Stormtalons.