Jornada ao Quilombo: um Jogo sobre Escravidão, Sonhos e Liberdade #Parte 2

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio desta semana da Caixa do Lima, vamos dar sequência ao artigo do último encontro, que falava sobre o Jornada ao Quilombo: Um Jogo Sobre Escravidão, Sonhos e Liberdade, construído durante minhas aulas sobre cultura e história dos povos afro brasileiros nas turmas do 6º ano do ensino fundamental. Com base no retorno dos leitores, vamos apresentar a aventura pronta do jogo, para os que desejam testar a sua funcionalidade, lembrando que este jogo tem o intento de rodar rapidamente e que a aventura carrega tabelas com situações aleatórias.

Jornada ao Quilombo: um jogo sobre Escravidão, Sonhos e Liberdade

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima. Nesta primeira postagem da Caixa do Lima no pós DOFFSP, vou resgatar um jogo que escrevi em 2017 (clique para ver o vídeo do playtest em sala de aula) para o uso nas aulas sobre história e cultura afro-brasileira, o Jornada ao Quilombo.

Nova Amsterdã: Os Mythos Invadem o Nordeste Holandês

O escritor H.P. Lovecraft povoou o imaginário de muitos leitores, principalmente o de muitos rpgistas, com seus contos de horror cósmico. Nos jogos, essa influência se deu por meio do famoso RPG “O Chamado de Cthulhu” e dele derivaram os mais diversos materiais de cenários de campanhas e suplementos. Até mesmo o mais famoso cenário de fantasia medieval brasileiro, Tormenta, carrega bastante de sua literatura com seus monstros rubros alienígenas capazes de enlouquecer suas vítimas.
Mas imaginem juntar os mythos da literatura de Lovecraft com a história do Brasil. Não sabe como isso ficaria? Então você precisa conferir o Nova Amsterdã RPG, cenário autoral de Raphael Lima e Gilberto “Joka” Olimpio, onde o folclore se mistura com os Mythos de Lovecraft, numa amálgama digna dos mais terríveis Shoggoths.

Nova Amsterdã: o minijogo

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima

Nesta quarta aparição do ano do Javali da Caixa do Lima, vamos falar mais sobre Nova Amsterdã (NA), e desta vez, trazendo um spoiler que tem ecoado nas redes sociais na última semana e que foi totalmente confirmado em uma entrevista para o Nerd Notícias.

Então, leitores desta mal assombrada coluna, chequem suas armas, decorem seus melhores encantos e se preparem para enfrentar abissais, shoggoths e crias negras de shub-niggurath em Nova Amsterdã, mas agora usando o nosso sistema mínimo, carinhosamente apelidado (por ainda não ter um nome) de Lima System.

Nova Amsterdã: Medo, Loucura e Insanidade em Old Dragon

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima

Nesta terceira aparição do ano do Javali da Caixa do Lima, vamos falar sobre medo, loucura e insanidade em Nova Amsterdã, mas usando um outro sistema. Quem acompanha essa coluna, e leu a nossa última postagem, Diário de um Game Designer #Parte 1 e conseguiu decifrar a pista, recupere dois pontos de sanidade. Então aconselho a vocês checarem suas armas, decorarem seus melhores encantos e se prepararem para enfrentar criaturas que estão além da imaginação dos mortais: Abissais, Shoggoths e Crias Negras de Shub-Niggurath.

Esta semana, vocês entrarão em Nova Amsterdã, uma cidade que mais parece um vilarejo no nordeste brasileiro, onde o horror transborda na forma do Mythos lovecraftiano.

Agora nas regras do Old Dragon, o queridinho sistema nacional da editora Redbox.

Diário de um Game Designer #Parte1

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Nesta segunda aparição do Ano do Javali da Caixa do Lima, nosso espaço de diálogos quinzenais no Mundos Colidem, venho motivado pela inquietação de alguns amigos, que pediram ajuda nessa empreitada de criar jogos. E os pedidos ficaram martelando em minha cabeça, enquanto preparava uma outra postagem — deixarei uma pista para ela ao longo do texto, e os que descobrirem podem postar no comentários.

Então, neste texto vamos tentar dar uma ajuda à galerinha que deseja se aventurar pelos caminhos de escrever jogos. E pretendo tentar dar uma luz com base na minha experiência no fazer jogos e suas mecânicas, mas longe de afirmar que o construir mecânicas e propostas tenha uma ferramenta única, tal como uma receita de bolo. Vamos começar com algumas dicas sobre o caminho que devemos seguir, para iniciar o processo.

Construindo Personagens e Cenários em Crianças Enxeridas

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Retornamos a esta caixa de ideias em sua primeira aparição deste ano, da forma como terminamos o ano passado: falando sobre jogos autorais do Mundos Colidem. E já que o papo é sobre as nossas produções, vamos logo trazendo notícias sobre um dos jogos mais esperados deste coletivo, sim, senhoritas, senhoras e senhores, estamos falando do Nova Amsterdã (NA), um cenário que traz o mythos de Lovecraft para o Nordeste brasileiro durante a dominação holandesa, usando o sistema do Fate Acelerado.

E se você ainda não sabe o que é o Nova Amsterdã e ficou curioso com a sua proposta, este é o momento para aprender mais sobre ele.

Vamos às atualizações do NA: o texto está concluído e revisado, assim como as ilustrações feitas pelas mãos do talentosíssimo Miguel Rude e de algumas ilustrações adicionais de Leander Moura (como o mapa de Nova Amsterdã) e do Daniel Júnior (O Observador). O livro encontra-se em processo final de diagramação, sob a batuta do renomado Dan Ramos, correndo o risco de ficar pronto antes deste texto chegar ao conhecimento de vocês (calma, nós vamos dar uma segurada para ele só vir depois). Assim que o arquivo digital estiver concluído e passar pela avaliação final da equipe, ele será disponibilizado nas lojas virtuais do MC.

Mas enquanto isso não acontece, vamos falando de outros jogos autorais do coletivo — e nessa postagem, vamos conversar sobre Crianças Enxeridas.

Minijogo – Crianças Enxeridas

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio desta semana da Caixa do Lima, vamos conversar sobre velhas paixões, motivadas por novas paixões. A velha paixão é o desejo de produzir jogos para crianças, os leitores mais assíduos desta coluna sabem que eu jogo RPG com minha filhota Marianna (a Nega), ela mesmo que aparece nos exemplos de sessões dos jogos de minha autoria. Eu e a Nega, temos uma campanha de Hora da Aventura RPG, resenhando no Mundos Colidem por Helim do Nippon (clique aqui), futuramente pretendo trazer mais informações sobre as estratégias narrativas utilizadas nesta campanha, onde alguns elementos simples no processo de ensino e aprendizagem para ajudar na alfabetização da filhota.

Consciência Negra, Representatividade e Literatura Africana (Afrofuturismo)

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio desta semana da Caixa do Lima, gostaria de fazer algumas pequenas reflexões sobre o Dia Nacional da Consciência Negra, Representatividade e Literatura Africana, em especial o Afrofuturismo, um gênero literário que na medida que ganha mais espaço na mídia literária, vai ganhando fãs por todo o mundo. Em especial aqui no Brasil, onde vemos muitas coisas boas sendo produzidas por negros e negras, utilizando como base a nossa cultura, que mesmo no século XXI ainda sofre com os projetos de invisibilidade.

Viajar é preciso? Regras simples para viagens

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio desta semana da Caixa do Lima, este espaço quinzenal de diálogos sobre as mais variadas questões relativas à prática do RPG (jogos autorais, sugestões de regras, resenhas, uso do RPG na educação e afins), vamos falar sobre as viagens nos jogos. Estamos falando das viagens que os grupos fazem de uma cidade para outra, ou até enfrentando grandes distâncias e cruzando continentes em busca de aventuras. A palavra viagem, segundo o Dicionário Aurélio (7ª edição, pág. 815) significa “ato de ir de um a outro lugar mais ou menos afastado. Na grande maioria dos jogos de RPG, os grupos de jogadores fazem longas e variadas viagens, para resolver as demandas da estória na qual eles estão envolvidos. E é justamente nas viagens, que vários problemas podem acontecer.