Sessão ZERO

Saudações, jovens e veteranos aventureiros.

Após um recesso involuntário como mestre/narrador/anfitrião/juiz/etc./etc., eis que retorno ao ofício do lançamento de dados e criação coletiva de histórias (não necessariamente nessa ordem). Esse retorno implica, necessariamente, em inspiração para escrever sobre o hobbie, principalmente para aqueles jogadores novatos, que ainda estão sentados à soleira de suas tocas, aguardando a chegada de um mago intrometido que os levará para viverem grandes aventuras.

Nas próximas linhas, vou fazer um relato sobre a minha experiência com um grupo de jogadores novatos, nas duas primeiras sessões de uma mini-campanha de BRP (mais informações aqui). Mas se você não joga e nem pretende jogar BRP, eu o desafio a continuar a leitura, afinal, a experiência que compartilho abaixo vale para qualquer RPG.

Ramen em Kara Tur

Olá, viajante! Seja bem vindo à Taverna no Fim do Multiverso. Meu nome é Gilgan, seu anfitrião.

Devo dizer que a fortuna lhe acompanha, pois veio em um dia especial. Estamos no período comemorativo do início de um novo ciclo lunar nos reinos orientais de alguns dos planos materiais que tenho acesso, assim, fiz essa decoração alusiva. Não se preocupe com os fogos que estão estourando no teto, são apenas ilusões (na verdade, é um enorme painel que nos permite visualizar uma dessas realidades que no momento está comemorando com fogos, mas temos alguns supersticiosos aqui que não gostam muito, logo, digo tratar-se de uma ilusão; uma mentirinha inocente, se me permite!).

Resenha de Weird Wars Rome para Savage Worlds

Bem-vindo, Miles Gregarius, junte-se à sua fileira e dê seu sangue e alma pelos seus irmãos da Legião, o Imperador demanda tomarmos estas terras.

Começo nesse post a apresentar cenários oficiais para o sistema Savage Worlds, que como vocês devem ter notado, é um dos meus preferidos. Vou apresentar a vocês o Weird Wars Rome, que se passa no período em que Roma era o centro da civilização do mundo.

Bom, vamos ao que interessa.

Mythras RPG

No artigo anterior apresentei um breve histórico do Basic Roleplaying (BRP) e as diversas obras que ganharam ambientações para o sistema de regras. O RuneQuest se transformou em uma variação das regras do BRP e teve a sua sexta edição publicada em 2012 pela The Design Mechanisms, que revisou as regras em 2016 sendo renomeado como Mythras.

Além da mudança do nome, o livro ganhou uma significativa melhora no design, aproveitando melhor os espaços, inserindo novas imagens, ampliando alguns textos e esclarecendo melhor outros pontos, tudo isso com um ganho de 152 páginas (458 p. Vs 306 p. respectivamente) – nessas horas vemos o quão importante é ter um bom diagramador nesses projetos.

Como já disse anteriormente, são muitas as ideias contidas no Mythras que podem ser facilmente utilizadas em outros RPGs, principalmente o D&D, com quem faço frequentes referências.

Começando com o Savage Worlds

Olá galera, esse é um daqueles posts pra galerinha que ainda não conhece o Savage Worlds e morre de vontade de conhecer o basicão sobre ele. Mas se você já conhece o sistema e quer dar uma olhada no que que já foi postado no site sobre ele, pode pular pro fim do post (e se mesmo assim, você ainda gastar um minutinho lendo, muito obrigado pelo seu tempo).

Dobradores para Savage Worlds

Olá galera, decidi dessa vez fazer um post rápido sobre os dobradores de forma simplificada — a intenção é incluir eles onde você desejar, não somente na ambientação da animação Avatar: a Lenda de Aang.

Basic Roleplaying Game (BRP)

No artigo de hoje vou falar um pouco sobre o Basic Roleplaying (BRP), um sistemas de regras criado em 1978 para RuneQuest. O sistema desenvolvido apresentava regras mais fáceis e intuitivas do que de outros RPGs que existiam na época, especialmente o D&D.

No Brasil, o sistema ficou conhecido pela ambientação de horror Call of Cthulhu, cuja sexta edição foi traduzida pela equipe da Terra Incógnita em 2014. O Sistema Daemon, do RPG Trevas (1997), utiliza um sistema de resolução muito parecida com o BRP, o que me faz acreditar que o autor tenha sido fortemente influenciado pelo BRP quando escreveu o seu sistema.

Neste primeiro artigo vou falar sobre um pouco do histórico do BRP, para em seguida falar sobre alguns títulos mais próximos de D&D, assim como alguns elementos que podem ser utilizados em D&D facilmente.

Espécies de Mass Effect para Savage Worlds

Estamos de volta aos trabalhos no Pontos de Ignição! E desta vez, apresentamos as espécies de um dos jogos mais aclamados da BIOWARE: Mass Effect. Um TPS/RPG (tiro em terceira pessoa com elementos de RPG) cuja história gira em torno de uma raça alienígena — os Reapers — que dizima e assimila toda a vida nos planetas em seu caminho.

Vamos ao que interessa: as espécies são Asari, Batarian, Drell, Krogan, Quarian, Salarian, Turian e Volus.

Stormtalons: Palavras da Libertação

O ano de 2016, com seus altos e baixos, trouxe algumas boas novidades para o mercado editorial e um deles, ouso afirmar, foi a divulgação da publicação, em português, dos livros produzidos pela The Ed Greenwood Group. Até o momento, dois livros da TEGG foram lançado no Brasil, o Hellmaw (cuja resenha pode ser lida aqui) e o Palavras da Libertação, apresentando-nos a segunda ambientação, a fantasia épica Stormtalons.

Hellmaw: seu mundo está perdido

Destranquem os portões e sintam a fúria desmedida de Araunt
– Arthrimmon, A Voz de Araunt
Os Contos

Hellmaw é uma série lançada pela The Ed Greenwood Group (TEGG), que graças ao braço brasileiro do grupo, deverá ser integralmente traduzido para o nosso bom português.

No primeiro e único volume da série já traduzido, Hellmaw: seu mundo está perdido, os leitores são apresentados aos Araurra, ou daemons, também conhecidos como demônios, naturais de Araunt, ou inferno.