Guilda de Ladrões: Os Ladrões das Sombras

Saudações, aventureiros.

Os históricos dos personagens (backgrounds) de Dungeons & Dragons 5e, tem a função de conectá-los ao mundo no qual suas aventuras se desenvolverão, fornecendo também algumas vantagens, contudo estas são concedidas apenas em uma escala inicial e são as organizações que passam a cumprir este papel nos níveis mais elevados.

No artigo anterior falei um pouco sobre as Guildas de Ladrões e hoje apresentarei um exemplo de guilda, criada a partir das recomendações apresentadas no Dungeon Master’s Guide e inspirado na mais famosa guilda de ladrões dos Reinos Esquecidos.

Resenha de Guardians Chronicles Season 1 (boardgame)

E aí, tudo bem, galera? Hoje, mudando um pouco de ares, vamos falar hoje de um boardgame (jogo de tabuleiro), o Guardians Chronicles, que foi financiado no Kickstarter (versão melhorada do Catarse e Kickante nos USA) pela empresa Iello e pode ser jogado de 2 a 5 pessoas (uma delas assumindo o papel do vilão do jogo) com idade mínima de 14 e seu tempo de jogo em média é de 90 minutos. Embora na França e Inglaterra tenha uma versão um pouco diferente da franquia e que tem previsão de saída em Junho de 2017, segundo o site do Kickstarter se quiser dar uma olhada aqui está o site.

Bom, vamos à resenha.

Guilda de ladrões

Elas estão um pouco sumidas das edições mais recentes de Dungeons & Dragons, mas já desempenharam um papel importante em edições anteriores.

As referências às Guildas de Ladrões são encontradas esparsamente no Player’s Handbook e algumas poucas referências no Dungeon Masters Guide da 5ª edição, mas definitivamente, quase nada é dito sobre elas.

No artigo de hoje vamos falar um pouco sobre as guildas de ladrões e como elas se encaixam em um cenário medieval.

Um monstro, uma campanha

Para o artigo desta semana, havia pensado em fazer uma conversão do personagem Adão, Senhor Sombrio de Ravenloft para a quinta edição, mas percebi que não valeria o esforço, pois o que eu faria não seria uma conversão, mas um ou dois ajustes.

Pensei então em falar sobre “o sistema não importa”, mas aí percebi que isso só levaria a discussões desnecessárias e então me lembrei de um artigo que escrevi um tempo atrás e que repostei no Diário de Campanha sobre os Valpurgeist, criaturas típicas de Ravenloft e que me inspirou para este artigo.

Raças de Mass Effect para Dungeons and Dragons 5ed

Olá galera, DnD 5ed em alta no Pontos de Ignição venho hoje até vocês apresentar as algumas raças de Mass Effect para vocês: Asari, Batarian, Drell, Krogan, Quarians, Salarians, Turians e Volus. As raças aqui são minhas impressões sobre elas baseadas em gameplays dos jogos da franquia e na wikia, aqui adaptadas de forma (habilidades e poderes de raça) que possam ser jogadas em mesas medievais.

Armas de família para D&D 5E

“A espada já estava na família há décadas. Alguns diziam que era feita de metal estelar e que tinha poderes mágicos, tendo salvado a vida de todos aqueles que as empunharam muitas vezes. A verdade é que nenhum deles estava vivo para confirmar as histórias e nenhum deles morrera de velhice.”

O equipamento que um personagem de primeiro nível possui, pode ser comprado, herdado, roubado, etc. Quando herdado, este equipamento pode trazer uma longa história e uma oportunidade única de incorporar elementos à narrativa – especialmente as armas.

Aventuras baseadas nos personagens

Durante vinte anos mantive o hábito de reunir-me com os amigos uma vez por semana, para desenvolver narrativas fantásticas, na forma de sessões de RPG.

Posso afirmar, sem sombra de dúvida, que estes momentos foram extremamente significativos e que todos aprenderam muito salvando reinos, planetas e até mesmo o universo. Fizemos a história de muitos personagens, mas em todos estes anos, nunca criei um único personagem, cujos desejos direcionaram as tramas com as quais nos envolvíamos.

Nunca jogamos uma aventura ou campanha baseada em nossos personagens.

Raças de Dragonlance para D&D 5ª Edição

Olá galera, mudando um pouco de sistemas, vou apresentar a adaptação de algumas raças do cenário de Dragonlance (que amo muito dentre os outros existentes e deixei guardado há muito tempo na gaveta) para o sistema Dungeons and Dragons 5ed — sei que existem diversas adaptações por ai, muitas delas estão em inglês, então aqui estará minha visão sobre elas e não a oficial traduzida, entendido isso então vamos a elas que serão: os Irda, os Gully, os meio-anões(esse aqui é um bônus porque não existem no mundo de Krynn), Thanoi e os Ursoi. Antes de começarmos e é novo nos cenários cenários de D&D, você pode iniciar sua leitura no Guiamaniose.

Ferimentos em D&D

Saudações, aventureiros.

O Dungeon Master Guide apresenta, dentre as várias regras opcionais, uma que me chama bastante atenção, a de ferimentos persistentes e é sobre ela que eu gostaria de falar um pouco neste artigo.

Duelando em Amber (e mais RPGs sem dados, cartas, Jenga ou dança)

Na série de posts sobre jogar RPG sem dados, iniciamos com a proposta de Erick Wujcik, que culmina com a elaboração de Amber Diceless RPG (ADRPG) em 1991, depois passamos para o destaque de alguns elementos narrativos do cenário de Amber e aspectos da criação de personagem.

Hoje vamos comentar sobre a resolução de conflitos em Amber, considerando como o cenário e a sua mitologia, ou metafísica (as causas primeiras e categorias fundamentais, descritas em Todos os Caminhos levam à Amber), podem tornar interessantes os impasses em jogo. Dependendo da importância para o andar da estória, os combates podem ser modulados de simples e minimalistas a complexos e detalhados em termos de táticas e de narrativa.