Nova Amsterdã: o minijogo

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima

Nesta quarta aparição do ano do Javali da Caixa do Lima, vamos falar mais sobre Nova Amsterdã (NA), e desta vez, trazendo um spoiler que tem ecoado nas redes sociais na última semana e que foi totalmente confirmado em uma entrevista para o Nerd Notícias.

Então, leitores desta mal assombrada coluna, chequem suas armas, decorem seus melhores encantos e se preparem para enfrentar abissais, shoggoths e crias negras de shub-niggurath em Nova Amsterdã, mas agora usando o nosso sistema mínimo, carinhosamente apelidado (por ainda não ter um nome) de Lima System.

Nova Amsterdã: Medo, Loucura e Insanidade em Old Dragon

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima

Nesta terceira aparição do ano do Javali da Caixa do Lima, vamos falar sobre medo, loucura e insanidade em Nova Amsterdã, mas usando um outro sistema. Quem acompanha essa coluna, e leu a nossa última postagem, Diário de um Game Designer #Parte 1 e conseguiu decifrar a pista, recupere dois pontos de sanidade. Então aconselho a vocês checarem suas armas, decorarem seus melhores encantos e se prepararem para enfrentar criaturas que estão além da imaginação dos mortais: Abissais, Shoggoths e Crias Negras de Shub-Niggurath.

Esta semana, vocês entrarão em Nova Amsterdã, uma cidade que mais parece um vilarejo no nordeste brasileiro, onde o horror transborda na forma do Mythos lovecraftiano.

Agora nas regras do Old Dragon, o queridinho sistema nacional da editora Redbox.

Diário de um Game Designer #Parte1

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Nesta segunda aparição do Ano do Javali da Caixa do Lima, nosso espaço de diálogos quinzenais no Mundos Colidem, venho motivado pela inquietação de alguns amigos, que pediram ajuda nessa empreitada de criar jogos. E os pedidos ficaram martelando em minha cabeça, enquanto preparava uma outra postagem — deixarei uma pista para ela ao longo do texto, e os que descobrirem podem postar no comentários.

Então, neste texto vamos tentar dar uma ajuda à galerinha que deseja se aventurar pelos caminhos de escrever jogos. E pretendo tentar dar uma luz com base na minha experiência no fazer jogos e suas mecânicas, mas longe de afirmar que o construir mecânicas e propostas tenha uma ferramenta única, tal como uma receita de bolo. Vamos começar com algumas dicas sobre o caminho que devemos seguir, para iniciar o processo.

Construindo Personagens e Cenários em Crianças Enxeridas

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Retornamos a esta caixa de ideias em sua primeira aparição deste ano, da forma como terminamos o ano passado: falando sobre jogos autorais do Mundos Colidem. E já que o papo é sobre as nossas produções, vamos logo trazendo notícias sobre um dos jogos mais esperados deste coletivo, sim, senhoritas, senhoras e senhores, estamos falando do Nova Amsterdã (NA), um cenário que traz o mythos de Lovecraft para o Nordeste brasileiro durante a dominação holandesa, usando o sistema do Fate Acelerado.

E se você ainda não sabe o que é o Nova Amsterdã e ficou curioso com a sua proposta, este é o momento para aprender mais sobre ele.

Vamos às atualizações do NA: o texto está concluído e revisado, assim como as ilustrações feitas pelas mãos do talentosíssimo Miguel Rude e de algumas ilustrações adicionais de Leander Moura (como o mapa de Nova Amsterdã) e do Daniel Júnior (O Observador). O livro encontra-se em processo final de diagramação, sob a batuta do renomado Dan Ramos, correndo o risco de ficar pronto antes deste texto chegar ao conhecimento de vocês (calma, nós vamos dar uma segurada para ele só vir depois). Assim que o arquivo digital estiver concluído e passar pela avaliação final da equipe, ele será disponibilizado nas lojas virtuais do MC.

Mas enquanto isso não acontece, vamos falando de outros jogos autorais do coletivo — e nessa postagem, vamos conversar sobre Crianças Enxeridas.

Minijogo – Crianças Enxeridas

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio desta semana da Caixa do Lima, vamos conversar sobre velhas paixões, motivadas por novas paixões. A velha paixão é o desejo de produzir jogos para crianças, os leitores mais assíduos desta coluna sabem que eu jogo RPG com minha filhota Marianna (a Nega), ela mesmo que aparece nos exemplos de sessões dos jogos de minha autoria. Eu e a Nega, temos uma campanha de Hora da Aventura RPG, resenhando no Mundos Colidem por Helim do Nippon (clique aqui), futuramente pretendo trazer mais informações sobre as estratégias narrativas utilizadas nesta campanha, onde alguns elementos simples no processo de ensino e aprendizagem para ajudar na alfabetização da filhota.

Consciência Negra, Representatividade e Literatura Africana (Afrofuturismo)

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio desta semana da Caixa do Lima, gostaria de fazer algumas pequenas reflexões sobre o Dia Nacional da Consciência Negra, Representatividade e Literatura Africana, em especial o Afrofuturismo, um gênero literário que na medida que ganha mais espaço na mídia literária, vai ganhando fãs por todo o mundo. Em especial aqui no Brasil, onde vemos muitas coisas boas sendo produzidas por negros e negras, utilizando como base a nossa cultura, que mesmo no século XXI ainda sofre com os projetos de invisibilidade.

Viajar é preciso? Regras simples para viagens

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio desta semana da Caixa do Lima, este espaço quinzenal de diálogos sobre as mais variadas questões relativas à prática do RPG (jogos autorais, sugestões de regras, resenhas, uso do RPG na educação e afins), vamos falar sobre as viagens nos jogos. Estamos falando das viagens que os grupos fazem de uma cidade para outra, ou até enfrentando grandes distâncias e cruzando continentes em busca de aventuras. A palavra viagem, segundo o Dicionário Aurélio (7ª edição, pág. 815) significa “ato de ir de um a outro lugar mais ou menos afastado. Na grande maioria dos jogos de RPG, os grupos de jogadores fazem longas e variadas viagens, para resolver as demandas da estória na qual eles estão envolvidos. E é justamente nas viagens, que vários problemas podem acontecer.

Usando Grid de Combate divididos por Zonas

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio desta semana na Caixa do Lima, vamos apresentar uma sugestão de grid para os combates em suas mesas de RPG, independentemente do estilo do sistema que vocês estejam jogando, seja ele gamista, narrativista ou simulacionista — em relação esse último, eu sei que que foi exagero, essa galera gosta é das distâncias milimetradas — mas aproveitando a brincadeira, gostaria de frisar que essa postagem é uma sugestão. Não estou dizendo que esse é o melhor jeito de conduzir os seus combates, apenas um método que uso em minhas mesas.

Medievo RPG: Fantasia Medieval na Baixa Idade Média para Fate/FAE

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Essa semana na Caixa do Lima, vamos voltar a falar sobre o Fate, aproveitando o ensejo da postagem do Joka na Coluna Espaço Mítico, onde ele veste seu manto de caçador de mitos, munido de sua lupa e alguns dados fate e desmistifica a lenda urbana de que o Fate Básico e o Fate Acelerado são dois sistemas diferentes.

Usando de muitas citações do Fred Hicks, um dos co-criadores do Fate, ele garante que o Fate Acelerado é uma condensação do Fate Básico, apresentado uma ou duas maneiras diferentes de se jogar, mas é o mesmo jogo. Apesar de algumas pessoas ainda acreditarem que possam ser dois jogos diferentes, o Hicks deixa bem claro que não.

Ainda escutamos algumas argumentações sobre o assunto, reinterpretando as palavras do Hicks e justificando que são dois sistemas completamente diferentes, mas em tempos quando que as argumentações assumem níveis bem complexos, e solicitam rolagens de sanidade,  tais como as que temos observado nas últimas semanas, “Os alemães não entende de nazismo”, “Fukuyama é comunista”, “Roger Waters não entende a letra de Another Brick in the Wall” e com todo esse contexto, podemos ter um… “Fred Hicks não entende de FATE” nos comentários.

Então, com base na postagem do meu companheiro Jokinha, compartilho com vocês uma adaptação do Medievo RPG, que foi a minha primeira experiência como game designer para Fate Básico e Fate Acelerado.

Lankhmar: Cidade dos Ladrões [Savage Worlds]

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

Esta semana na Caixa do Lima, vamos falar sobre o último lançamento para Savage Worlds no Brasil, o Lankhmar: Cidade dos Ladrões, que foi financiado com sobras aqui nas terras tupiniquins, e se não no mesmo, mas quase ao tempo da versão em inglês. O Savage Worlds (SW), é um sistema genérico desenvolvido por Shane Lancy Hensley, conhecido por ser simples, rápido e selvagem e já está na sua segunda edição, com boatos confirmados de que um terceira edição se encaminha, acompanhada de uma versão SW de Flash Gordon.

Esse sistema tem se tornado o meu favorito para a diversão, com regras simples, cenários maravilhosamente bem construídos e um bom suporte da editora responsável aos amantes do sistema. Em postagens anteriores, abordei um pouco da minha experiência com o SW: África Século XXIII e Narrando Weird Wars II.