Consciência Negra, Representatividade e Literatura Africana (Afrofuturismo)

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

No episódio desta semana da Caixa do Lima, gostaria de fazer algumas pequenas reflexões sobre o Dia Nacional da Consciência Negra, Representatividade e Literatura Africana, em especial o Afrofuturismo, um gênero literário que na medida que ganha mais espaço na mídia literária, vai ganhando fãs por todo o mundo. Em especial aqui no Brasil, onde vemos muitas coisas boas sendo produzidas por negros e negras, utilizando como base a nossa cultura, que mesmo no século XXI ainda sofre com os projetos de invisibilidade.

África Século XXIII para Savage Worlds

Olá, eu sou o Lima, Raphael Lima.

 

Essa semana na Caixa do Lima (outrora Nomos), esta coluna onde que vos falo quinzenalmente, gostaria de entrar em um sistema — por puro atrevimento — cujas águas misteriosas mergulho lentamente, mas com algumas ideias fluindo neste oceano primordial. Como o título já adianta, estou falando do Savage Worlds (SW), um sistema que já está há alguns anos no mercado brasileiro, com um bom suporte de suplementos e cenários. Minhas primeiras experiências com o SW foram como jogador — e o sistema não me surpreendeu no ponto da empolgação e regras, pois tenho uma veia para coisas mais narrativistas — mas quando inverti a posição na mesa de jogo, e atuei como narrador em uma one-shot ambientada no universo de Blame!, as coisas mudaram e pude ver todo o potencial do sistema, que tem uma proposta simples e de fácil de adaptação para todos os cenários. Savage Worlds é uma ótima pedida para jogos rápidos, e quando digo rápidos não estou falando de jogos curtos — one-shots e aventuras rápidas — mas sim no sentido de que rapidamente conhecemos e dominamos as regras, construímos personagens e começamos a narrativa.